As viagens corporativas são um importante investimento. Elas ajudam a se aproximar de clientes, fortalecer vínculos com sócios, expandir o alcance do seu negócio e trazer novos conhecimentos, mas é preciso uma boa gestão de viagens para alcançar esses resultados.

Analisar o desempenho e as vantagens obtidas é um passo fundamental, assim como aprender a reduzir custos com esse processo. Ao avaliar questões como o pedágio e a utilização da frota da empresa, você viaja de forma mais lucrativa e sustentável.

Foi pensando nisso que, no post de hoje, decidi mostrar como calcular o Retorno sobre o Investimento nesse cenário, além de trazer dicas imperdíveis. Para saber mais, é só continuar a leitura!

Qual a importância do ROI para a gestão de viagens corporativas?

Calcular o ROI (Retorno sobre o Investimento) de uma viagem corporativa é essencial para a gestão, pois ajuda a avaliar se ela foi bem sucedida, se trouxe lucros para a empresa e se valeu mesmo a pena. Caso os gastos sejam maiores que os ganhos, talvez seja a hora de repensar suas estratégias ou o seu planejamento. 

O ROI é um indicador importante para o bem estar do negócio, pois alerta quando as despesas são maiores que as receitas, convidando a avaliar os processos e as decisões tomadas. Como as viagens têm grande impacto nas finanças corporativas, faz toda a diferença se manter atento a esse ponto.

Quando você viaja com o seu próprio veículo ou com o carro da empresa, não precisa se preocupar com coisas como passagens, mas há uma série de outros aspectos a considerar. Entenda a seguir como realizar esse cálculo, para depois conferir dicas mais aprofundadas sobre o assunto.

Como realizar o cálculo do ROI na gestão de viagens?

O ROI pode ser calculado com uma fórmula simples: basta subtrair o valor do investimento do valor do lucro, dividindo o resultado também pelo investimento. Confira o modelo:

(Total dos lucros – total do investimento) : total do investimento

Esse resultado deve ser multiplicado por 100, para ser transformado em porcentagem. O ROI é positivo quando chega a um número final que esteja acima de 100.

Vou explicar com um exemplo prático: suponha que, em uma viagem corporativa, o lucro foi de R$8 mil. Já para realizá-la, foram investidos, ao todo, R$2 mil. Assim, a conta seria:

(8.000 – 2.000) : 2.000 = 3

Multiplicando o resultado por 100, encontra-se um ROI de 300%. Assim, o retorno dessa viagem foi positivo, trazendo lucro para o negócio.

Para um cálculo eficiente, lembre-se de considerar todos os gastos envolvidos com a viagem, incluindo o pedágio, a hospedagem e a alimentação, por exemplo. Assim, é possível averiguar se os ganhos realmente foram maiores, em termos financeiros.

É importante ressaltar, porém, que o Retorno sobre o Investimento não deve ser o único indicador a se analisar. Em alguns casos, os lucros não vêm imediatamente como um retorno financeiro, mas sim na forma de capacitação ou de vínculo estabelecido.

Se a viagem trouxe um novo fornecedor ou fortaleceu os laços com um antigo cliente, a empresa ganhou em sua imagem e vão surgir vantagens em seu futuro. Assim, antes de definir como bem ou mal sucedida, considere os objetivos de cada viagem, além das conquistas nos mais diferentes âmbitos. Em muitos momentos, o investimento pode ter compensado, mesmo que as despesas se mostrem maiores na fórmula.

Como fazer um planejamento de viagens eficiente?

Para uma maior garantia de um retorno positivo, é importante planejar a viagem com antecedência e atenção, buscando as melhores condições e oportunidades. A seguir, separei algumas dicas para ajudar nesse sentido. Confira!

Liste todos os pontos a resolver

A viagem envolve muitas questões, que são dispendiosas e devem ser analisadas com tempo. Faça uma lista com tudo que deve ser definido e, assim, busque as melhores oportunidades. Alguns dos itens a serem abordados são:

  • local de hospedagem;
  • alimentação diária;
  • combustível e abastecimento;
  • pedágio;
  • seguro viagem.

Devem ser avaliados não apenas os gastos, mas também a segurança e a qualidade desses fatores. Planejando com antecedência, fica mais fácil viajar com o melhor custo benefício.

Você pode investir, por exemplo, em um cartão refeição e um cartão de combustível com cobertura nacional, para otimizar os custos. Esses serviços, aliás, são vantajosos para o negócio como um todo, não apenas para as viagens

Considere o tempo e os desafios do percurso

Para analisar o quanto uma viagem valeu a pena, é preciso pensar também no tempo investido e na qualidade do seu trajeto, concorda? Um percurso seguro, ágil e confortável faz toda a diferença, inclusive para os gastos e para a sua gestão financeira.

Assim, leve em conta os caminhos e planeje as suas rotas, escolhendo as estradas mais seguras e vantajosas. Não se esqueça de considerar, ainda, os postos de pedágio, o tempo e o unvestimento que eles demandam. Com tudo isso em mente, o viajante está mais preparado e tem maior bem estar no percurso.

Invista em uma Tag de pedágio

A espera em um pedágio também tem influência nas despesas e na qualidade do trajeto. Ao parar em vários postos no decorrer do caminho, você está utilizando combustível e demorando um tempo maior para chegar ao seu destino.

As estradas com esse serviço, porém, são as mais adequadas e indicadas para viajar, pois são mais seguras, bem construídas e têm maiores recursos à sua disposição, como serviços de guincho e atendimento médico. Com elas, você evita vários danos para o veículo e riscos para o viajante, mas é importante contar com uma tag de pedágio para otimizar a jornada.

A Tag é um dispositivo eletrônico, por meio do qual o pagamento é feito automaticamente. Ao instalar esse recurso em seu veículo, basta passar pela cancela adequada e o pedágio estará pago, sem precisar parar em uma cabine manual. Assim, você viaja com praticidade, da melhor forma possível.

Esse recurso é eficiente e econômico. Com a Tag da Eucard, por exemplo,você só paga quando utilizar o serviço. Assim, é um investimento importante que muda toda a experiência em suas viagens!

Agora você sabe como calcular o ROI e otimizar a gestão de viagens corporativas. Com essas informações, os investimentos serão melhor aproveitados e os resultados serão mais eficazes.

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